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Bem-Estar
Johnson´s esclarece principais mitos sobre os cuidados com a pele do bebé
São muitos e variados os mitos sobre os cuidados e produtos para os bebés que geram desconfiança, sentimento que pode e deve ser desconstruído através da demonstração e avaliação científica. Por isso, a Johnson´s desenvolveu a campanha “Os cuidados da pele do Bebé: Feitos, Mitos e Verdades”, com o objetivo de revelar a verdade científica de alguns mitos sobre o cuidado dos bebés.

 

Entre os mitos revistos e confrontados com a evidência científica pela Johnson´s, encontra-se a falsa crença de que a água é a melhor limpeza possível, comparando com quaisquer outros produtos de limpeza específico; o mito que afirma que o óleo mineral é um produto antinatural; o que sugere que a utilização de conservantes nos produtos para bebé são desnecessários ou o que faz referência à utilização de fragrâncias como algo prejudicial para a pele dos mais pequenos.

 

Relativamente ao primeiro, a Johnson´s refere que, de acordo com a informação científica verificada, a água pode provocar algumas irritações na pele, especialmente em pessoas com dermatite atópica. Por outro lado, os produtos de limpeza formulados de forma apropriada são mais eficazes que a água apenas e não irritam a pele do bebé.

 

Em relação ao mito do óleo mineral, estudos realizados em humanos e a opinião de peritos provam a eficácia do óleo mineral como fonte fiável de hidratação da pele. Neste sentido, os peritos destacam os inconvenientes dos óleos vegetais, considerados várias vezes produtos “mais naturais” que os óleos minerais, já que não podem garantir a ausência de impurezas, nem a sua correta conservação, podendo causar transtornos à pele.

 

No capítulo dos conservantes, estes agentes são necessários para evitar a contaminação de produtos cosméticos, prevenir a sua decomposição e prolongar uma utilização segura. Assim, evitam que os produtos de higiene sejam contaminados por bactérias, fungos e fermentos/leveduras. No caso de produtos para cuidado de bebés, a importância dos agentes conservantes foi comprovada clinicamente, pois foram reportados casos em hospitais de crianças com infeções graves causadas pela aplicação de emolientes para tratar a dermatite atópica que não continham conservantes.

 

Por fim, relativamente ao mito de que as fragrâncias não são boas para os bebés, as provas científicas mostram que o desenvolvimento olfativo do bebé é importante na sua relação com os progenitores, tendo um impacto positivo no seu desenvolvimento. Clinicamente, demonstrou-se que o banho com óleo perfumado ajuda o bebé e a mãe a relaxarem, o que permite um maior conforto. Assim, a Johnson´s não utiliza fragâncias estabelecidas pela União Europeia como suscetíveis de provocarem alergias na pele.

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