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Bem-Estar
Queda de cabelo: Estudo revela desconhecimento sobre a importância da alimentação
segunda, 18 abril 2016 11:52

A Viviscal apresentou recentemente os resultados de um estudo que realizou em Portugal no âmbito da saúde capilar.

 

“Nutrição e Saúde Capilar” mostra que, apesar de 76% dos inquiridos se preocupar com hábitos de alimentação saudável, apenas 32% tem efetivo conhecimento das mais-valias que os alimentos oferecem para o fortalecimento do cabelo e quais os mais indicados perante uma situação de carência ou problema de saúde.

O maior problema de saúde detetado no estudo, em 57% dos inquiridos, é a falta de queratina, um elemento estruturante para a Saúde do cabelo, cuja carência é manifestada através da queda e quebra de cabelo (23%), problemas de pele (19%) e unhas quebradiças (15%), problemas apresentados pelos participantes. Esta análise conclui que os três maiores problemas de saúde mencionados estão correlacionados com a carência de proteína na alimentação.

Tendo em conta que 90% dos participantes assume que come vegetais, destes, apenas 5% ingere os vegetais de cor verde-escura (como por exemplo brócolos, agriões, espinafres...), os mais importantes para o proliferamento da proteína capilar. Um comportamento insatisfatório para quem tem queda e quebra de cabelo.

O mesmo desconhecimento é verificado no que toca ao consumo de carne e peixe. 70% assume comer os dois tipos de carne, sendo que no caso de sofrerem de alopécia as carnes escuras são mais indicadas e apenas 3% dos participantes adota a preferência por esta tipologia de carnes.

No que se refere ao peixe, 76% indica que come qualquer tipo de peixe, um facto positivo para uma alimentação saudável e variada, mas que não é suficiente para quem necessita de mais proteína. Apenas 21% da população opta por peixes ricos em ómega 3 (sardinha, salmão e atum), os peixes mais benéficos para quem tem problemas de queda e quebra de cabelo.

No que se refere ao consumo de cereais, sementes e oleaginosas, há um maior consumo dos mais comuns, perfazendo um total de 61%, uma notória preocupação pela introdução destes nutrientes no plano alimentar. Porém, apenas 2% assume que consome apenas oleaginosas, o que comprova que os inquiridos não estão sensíveis às necessidades diárias e respetivos benefícios deste tipo de alimentos sobretudo ao nível dos benefícios para combate ao enfraquecimento capilar.

Natália Costa, nutricionista consultora de Viviscal, confirma: “a alimentação afeta diretamente a saúde capilar e uma dieta pobre em proteínas, vitaminas B, C e E, zinco, ferro e cálcio, entre outros minerais, vai influenciar negativamente a produção de queratina. No caso especifico das proteínas, estas são o elemento estruturante para desenvolver os fios de cabelo, ou seja, a queratina. Sem os aminoácidos que compõem essas proteínas, a queratina será insuficiente, retirando força e vitalidade ao cabelo.”

“É notório que as pessoas estão cada vez mais preocupadas com a sua saúde e em melhorar hábitos alimentares, mas ainda há um desconhecimento muito grande acerca das mais-valias de cada tipo de alimento. Quem sofre de alguma carência ou problema de saúde poderia retirar grandes benefícios ao consumir os nutrientes mais carentes no organismo. Infelizmente, a maioria das pessoas ainda não consegue estabelecer uma relação direta entre os alimentos que consome e o que de facto necessita”, conclui a especialista em nutrição clínica.
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