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Bem-Estar
Portugueses valorizam a Saúde e bem-estar no consumo alimentar
quarta-feira, 21 junho 2017 10:14
Segundo dados revelados recentemente pela Nielsen, uma empresa de gestão da informação, a preocupação dos portugueses com as questões relacionadas com a saúde e o bem-estar, reflete-se cada vez mais nas escolhas alimentares. Os consumidores procuram produtos considerados mais saudáveis ou com características que lhes trazem maiores benefícios para a saúde.

 

Ana Paula Barbosa explica que os últimos dados e relatórios da Nielsen mostram que “a Saúde é uma importante tendência no consumo nacional” e que os consumidores estão, de facto, “muito disponíveis para comprar produtos saudáveis e para pagar mais por eles quando se apercebem do seu real benefício”. Desta forma, a Retailer Services Director da Nielsen, considera importante que “também a oferta acompanhe esta tendência”, “uma importante oportunidade a considerar”, conclui.

 

Se, por um lado, alguns ingredientes saudáveis são consumidos especialmente pelo seu sabor, como é o caso dos mirtilos, do cacau, da hortelã-pimenta, das nozes ou do iogurte, existem também muitos outros cuja escolha se baseia apenas nos benefícios que trazem para a saúde. É o caso das sementes de chia, do gengibre e das bagas de goji.

 

De entre uma lista de alimentos e especiarias, os consumidores destacam o iogurte (81%), o feijão (71%), a couve-de-folhas (64%), o salmão (64%) e o chá, essencialmente preto, verde e hibiscus (55%), como os produtos saudáveis que mais consomem.

 

Os “superalimentos” e o açúcar:

 

Segundo este estudo da Nielsen, 72% dos consumidores portugueses acreditam na eficácia dos “superalimentos”, ou seja, alimentos que trazem benefícios ao nível da saúde, na prevenção ou tratamento de algumas doenças e quase metade dos inquiridos diz mesmo que os estes alimentos podem substituir algumas prescrições médicas.

 

Outro dado relevante divulgado diz respeito ao consumo de açúcar. “O açúcar é sem dúvida uma preocupação para a maioria, que admite olhar especificamente para as quantidades presentes em cada produto”, informa a empresa em comunicado. O tipo de adoçante utilizado influencia a decisão de compra tanto de alimentos como de bebidas e os consumidores assumem claramente que o açúcar natural dos ingredientes é mais saudável do que o adicionado ao produto.

 

Esta preocupação reflete-se especificamente no setor dos refrigerantes, “cada vez mais associados pelo consumidor a produtos processados com teor em açúcar mais elevado”, refere Ana Raquel Santos, Client Consultant Executive na Nielsen, e por isso têm sofrido quebras de consumo nos últimos anos. Pelo contrário os sumos 100%, néctares, e águas “têm consolidado o seu crescimento”, garante a mesma fonte.

 

Hábitos de Consumo:

 

• 40% dos portugueses garantem que “fazer dieta é uma forma de vida”;
• 54% dos consumidores recorrem aos rótulos com informação nutricional ara determinar se o produto é saudável;
• 57% dos inquiridos pretendem passar a consumir mais frutas e vegetais nos próximos 12 meses;
• 52% dos portugueses pretende reduzir o consumo de doces no próximo ano;

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