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Bem-Estar
Estudo demonstra que preocupação com a aparência é a principal razão para a prática de exercício físico
quarta-feira, 23 maio 2018 10:50

A maioria das pessoas que pratica exercício físico tem em mente a manutenção da sua forma física. Todavia, a promoção da saúde e o combate ao stress são motivos igualmente importantes para os praticantes. Já a falta de tempo e de vontade são apontadas como as principais razões para o elevado sedentarismo entre os portugueses. Os dados são do Observador Cetelem Exercício e Alimentação Saudável 2018.

 

A entidade responsável pelo estudo teve por base uma amostra representativa de 600 indivíduos residentes em Portugal Continental, do sexo feminino e do sexo masculino, com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos. As entrevistas foram realizadas pelo telefone, através de um questionário de perguntas fechadas.

Atualmente, a valorização da aparência física (76%) parecem justificar a grande maioria de vezes em que se pratica exercício físico. Mesmo assim, são muitos os que revelam exercitar o corpo por motivos de saúde (37%) e para aliviar o stress (37%).

Além destes valores, surgem também outros argumentos, nomeadamente os motivos de natureza social, em que a prática de exercício físico é feita por diversão (23%), ou para estar integrado num grupo, ao mesmo tempo que se reforçam relações sociais (12%).

De acordo com o estudo, os maiores entusiastas da prática desportiva são os homens (58%), sendo que a maioria dos portugueses que apresentam um hábito de exercício têm entre 18 e 34 anos (63%). Regra geral, os inquiridos dedicam-se à atividade física entre duas e quatro vezes por semana.

Pelo contrário, a falta de tempo (57%) é, sem dúvida, a razão mais apontada para o sedentarismo, possivelmente justificada pela elevada carga horária de trabalho e de tarefas domésticas. A esta juntam-se a falta de vontade (38%) e de gosto pela atividade (33%).

Ainda que com uma menor expressão, o facto de não serem visíveis resultados (12%), a falta de companhia (8%) e a existência de filhos (6%) contribuem também para os valores de sedentarismo na população portuguesa. As mulheres são mais avessas à prática de atividade, sendo que quase metade dos inquiridos entre os 45 e os 65 anos (49%) admite não ter qualquer tipo de exercício físico.

Para saber mais sobre os estudos do Observador Cetelem, aceda aqui ao site oficial. 

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