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Bem-Estar
“O que fazer na dermatite atópica”. Criada a 1.ª Escola de Atopia em Portugal
sexta, 10 maio 2019 11:41

Com o objetivo de criar um espaço de intercâmbio de conhecimentos e experiências entre profissionais de saúde, doentes e cuidadores de crianças com dermatite atópica, a equipa de Dermatologia da CUF Almada, contando com o apoio da Fundação para a Dermatite Atópica e em parceria com a Associação Dermatite Atópica Portugal (ADERMAP), organiza a 1.ª Escola de Atopia em Portugal, sob o tema “O que fazer na dermatite atópica”.

 

“Existe necessidade de os cuidadores e as pessoas com dermatite atópica se exprimirem acerca do impacto da doença e é comum procurarem respostas junto de profissionais de saúde e de pessoas que passam pelos mesmos desafios. Atendendo a estas necessidades e valorizando a importância de aproximar e capacitar as pessoas que vivem, direta ou indiretamente, esta doença, lançamos de forma pioneira em Portugal a Escola da Atopia”, refere Pedro Mendes Bastos, dermatologista CUF.

A Escola da Atopia é uma iniciativa que já decorre em vários países, gerando espaços de partilha de informação e promovendo a troca de experiências sobre esta doença. De acordo com o especialista, “a ambição da organização é que a médio prazo possam abrir mais Escolas da Atopia em Portugal”.

A Fundação para a Dermatite Atópica tem por objetivo fornecer, não só aos pacientes e aos pais de crianças com atopia, mas também aos profissionais de saúde, informações sobre a natureza da dermatite atópica, os seus tratamentos, as suas repercussões na vida dos doentes e das suas famílias e as melhores maneiras de aliviar o peso que traz consigo associado.

Joana Camilo, presidente da ADERMAP, com diagnóstico de dermatite atópica desde criança, com mãe e filho de nove anos também com a mesma doença, acolhe com entusiasmo o lançamento da Escola de Atopia, revelando que “a limitação de tratamentos específicos para a doença, a frustração e ansiedade pela falta de controlo, a limitação de conhecimento sobre a doença e o isolamento que esta doença despoleta são motivos frequentes de desespero das pessoas que vivem com dermatite atópica, que tendem muitas vezes a silenciar o seu sofrimento. Partilhar as preocupações e frustrações e adquirir novos conhecimentos é uma forma ativa de procurarmos compreender a doença e desenvolver ou aperfeiçoar estratégias para melhor lidar com ela”.

Fazem parte da Escola dermatologistas, pediatras, psicólogos, enfermeiros, cuidadores e pessoas com dermatite atópica motivadas a partilhar informações sobre a natureza desta doença crónica e o impacto físico e psicológico que acarreta.

As inscrições para a sessão: “O que fazer na Dermatite Atópica” são gratuitas e limitadas ao número de vagas disponíveis através do seguinte link: https://academiacuf.up.events/activities/view/2216

Durante a ação de sensibilização para adultos, decorrem atividades paralelas, adaptadas por faixa etária, para crianças e adolescentes com dermatite atópica, acompanhadas em grupos por enfermeiras.

Aproximadamente 4,4% da população europeia vive com dermatite atópica. O dermatologista da CUF explica que “esta doença crónica se manifesta em manchas e placas de pele vermelhas, com descamação. Estas lesões estão associadas a uma comichão intensa. Para além do impacto físico, as pessoas com dermatite atópica tendem a sentir um forte impacto psicológico, existindo maior propensão para a depressão, ansiedade ou perturbação do sono”.

Consulte o programa da iniciativa para saber mais.

 

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