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Sete dicas para acabar com o desperdício alimentar
quinta-feira, 08 setembro 2016 11:02

O desperdício alimentar é um dos principais problemas a nível económico, ambiental e social da atualidade. Estima-se que, em Portugal, o desperdício alimentar anual seja de 1 milhão de toneladas de alimentos, dos quais 324 mil toneladas são desperdiçadas pelo consumidor. Para combater esta situação, 2016 foi declarado o Ano Nacional do Combate ao Desperdício Alimentar. A propósito, a Fundação Portuguesa de Cardiologia elaborou uma lista de sugestões que pode colocar em prática para evitar o desperdício alimentar. Veja como!

 

1. Faça uma lista de compras antes de se dirigir às instalações comerciais, e limite as suas compras aos produtos estritamente necessários. Tenha em conta o consumo habitual do seu agregado familiar e tente não comprar excedentes. É preferível fazer compras com maior frequência e comprar menores quantidades de cada vez do que comprar muito e metade acabar por ir para o lixo. Pode também optar pela compra de alimentos avulso, também mais vantajosos em termos de preço.

 

2. Verifique o prazo de validade dos produtos no momento da compra e pense se conseguirá consumi-los no prazo de validade indicado. Se não conseguir, não compre ou opte por levar menos e dentro de alguns dias voltar novamente às compras. Atenção especial às grandes promoções e ofertas, muitas vezes feitas para escoar o stock de produtos prestes a perder a validade. Ainda que sejam mais baratos, verifique a validade e pense se de facto irá consumir uma elevada quantidade desses produtos.

 

3. Saiba interpretar a data de validade de um produto alimentar. Diferencie entre “consumir até” ou “consumir de preferência antes de”. “Consumir até” refere-se a produtos com pouca validade e que devem consumidos necessariamente até aquela data. É um prazo máximo de consumo, a partir dos quais os produtos não podem ser comercializados. “Consumir de preferência antes de” refere-se a produtos que devem ser consumidos até um determinado dia, mas que se mantêm aptos para consumo nos dias que se seguem, desde que armazenados nas condições ideais. É um prazo mínimo de consumo, uma data de consumo preferencial, até à qual as marcas asseguram a qualidade do seu produto.

 

4. Organize o seu frigorífico e a sua dispensa, colocando mais perto os produtos com menor prazo de validade, e mais longe os produtos com maior tempo de prateleira. A maior acessibilidade e visibilidade destes produtos estimula o seu consumo. Uma limpeza e arrumação frequentes do frigorífico e da dispensa permite verificar os produtos que tem e fazer uma melhor gestão dos mesmos.

 

5. Compre produtos frescos e ainda verdes ou num estado inicial de maturação, de modo a aguentarem-se mais tempo. Se previr que não consumirá os produtos frescos em tempo útil, adquira a sua versão congelada. Alguns produtos frescos podem ser congelados, descongelando à medida que se utilizam, como por exemplo o pão. Se comprar produtos congelados, deve garantir que são os últimos itens a adquirir, e deve colocá-los em sacos térmicos até chegar a casa e passá-los para o congelador. Deve também garantir condições de armazenamento e conservação adequados, evitando que os produtos se deteriorem ou tornem impróprios para consumo. Saiba mais aqui.

 

6. Quando confecionar as suas refeições, tente fazê-lo sem excedentes, ou seja, tente confecionar o número de porções adequadas ao consumo do seu agregado familiar, sem que haja excedentes ou sobras. Sirva-se apenas com as quantidades de alimentos que pensa que irá consumir. No caso de existirem sobras ou excedentes, conserve no frigorífico, de preferência num recipiente transparente, e consuma no prazo máximo de 3 dias, reaquecendo uma só vez.

 

7. Aproveitar as sobras e partes inutilizadas dos alimentos para confecionar outras receitas. A Associação Portuguesa dos Nutricionistas lançou recentemente um ebook com várias receitas para reduzir o desperdício alimentar, que reutilizam sobras ou dão uso às partes geralmente inutilizadas dos vários alimentos.

 

Pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença, principalmente se adotadas por uma grande parte da população; estas pequenas técnicas não requerem grande esforço e até podem poupar dinheiro ao consumidor, uma vez que comida desperdiçada é também dinheiro desperdiçado.

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