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10 ideias para proteger a Saúde e o Ambiente
quinta-feira, 08 junho 2017 11:36
Sabia que se todos os países tivessem a mesma pegada ecológica que Portugal, seriam necessários 2,3 planetas para abrigar a população mundial? Hoje é conhecido que as escolhas alimentares de cada família, multiplicadas por milhares de milhões de famílias em todo o mndo, são, talvez, uma das mais importantes ferramentas para reduzir as emissões de gases com efeito de estufa e tornar o  planeta mais saudável. A propósito do Dia Mundial do Ambiente que se assinalou na passada segunda-feira, dia 5 de junho, a Direção-Geral da Saúde (DGS), através do Programa Nacional para a Promoção da Alimentação Saudável (PNPAS), dá-lhe a conhecer as dez medidas que pode introduzir na rotina e que combinam a proteção da natureza e da saúde.

 

São 10 medidas, sustentadas cientificamente, que permitem que cada pessoa faça a diferença no seu dia-a-dia.

 

1. Combine com a família um dia por semana sem comer carne e peixe: Estima-se que se uma família de quatro pessoas substituir, uma vez por semana, refeições com carne de vaca por um dia com refeições vegetarianas, ao fim de um ano será o equivalente (em emissões) a ter deixado o carro parado durante 3 meses. Vegetariano pode e deve ser sinónimo de alimentação saborosa e nutricionalmente equilibrada. No entanto, do ponto de vista nutricional, o PNPAS recomenda o consumo regular de pequenas porções de peixe, carne ou ovos, como parte de uma alimentação equilibrada.

 

2. Compre local: O transporte de alimentos é uma das principais origens dos gases com efeitos de estufa e do aquecimento global. Além do mais, em Portugal, a maior parte do transporte de alimentos faz-se por via rodoviária e com grandes consumos de combustíveis fósseis. Por isso, sempre que possível tente comprar a produtores locais ou procure no mercado a indicação de produto nacional.

 

3. Beba água da rede pública: A água da rede pública portuguesa é de excelente qualidade e tem um impacto reduzido no ambiente quando comparado com a água embalada.

 

4. Sempre que possível reduza a embalagem: Estima-se que possam existir nos oceanos quase 269 mil toneladas de plástico que poderão acabar por entrar na nossa cadeia alimentar, o traz, obviamente, consequências negativas para a saúde. Estes problemas vão desde efeitos metabólicos relacionados com a obesidade até doenças do foro mental. Assim, quando for às compras, leve o saco de casa, evite comprar produtos frescos embalados em plástico, compre embalagens maiores sempre que possível, e não se esqueça de reciclar o plástico.

 

5. Compre sazonal: Os alimentos da época, para além de serem opções mais interessantes do ponto de vista nutricional, são também mais saborosos e mais amigos do ambiente. Ao consumir alimentos da época está a favorecer a sazonalidade da produção agrícola e, consequentemente, a utilização de métodos de produção agrícola menos agressivos para o ambiente.

 

6. Compre o que precisa: Um adequado planeamento das compras é uma boa estratégia para comprar apenas aquilo de que realmente necessita para as refeições. O não planeamento pode conduzi-lo a comprar mais do que o necessário, contribuindo assim para um maior desperdício alimentar.

 

7. Reduza o desperdício alimentar: Atualmente, um terço dos alimentos produzidos em todo o mundo é deitado fora. Utilizar as sobras das refeições para novos pratos, com os devidos cuidados, e planear as suas compras são duas estratégias que permitem reduzir o desperdício alimentar.

 

8. Substitua o forno por uma refeição fria por semana: A utilização de energia associada à confeção dos alimentos é mais um dos fatores que contribuem para o impacto do consumo alimentar no ambiente. Do ponto de vista energético, o forno é um dos equipamentos com consumos de energia mais elevados. Assim, prefira pratos e receitas que recorram a outros equipamentos, como o fogão ou o micro-ondas, ou opte mesmo pelo consumo de algumas refeições frias, como, por exemplo, saladas, uma opção bastante saudável.

 

9. Evite alimentos com baixa densidade nutricional: Falamos guloseimas, refrigerantes e produtos co grandes quantidades de gordura, ou seja, alimentos ricos em calorias, mas pobres em vitaminas e minerais, que são quase sempre um desperdício de embalagem, de energia e de água e um grande contributo para a obesidade e desnutrição.

 

10. Modere na alimentação: Atualmente a população consome, em média, quantidades de alimentos superiores às necessidades energéticas e nutricionais. A redução do consumo de alimentos e energia para quantidades dentro dos valores recomendados pode, por si só, ser uma excelente medida para proteger o ambiente e lutar contra o excesso de peso.

 

Consulte o artigo original no site do Serviço Nacional de Saúde.

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