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Cinco erros que não deve cometer quando viaja
sexta-feira, 30 junho 2017 11:02
Se vai aproveitar as férias para viajar e conhecer novos “mundos” não descuide os preparativos. De acordo com o destino escolhido há cuidados que deve adotar para garantir umas férias em segurança. Filipe Basto, especialista em Medicina Interna do Hospital Lusíadas Porto, aponta os cinco erros mais comuns entre os viajantes e revela algumas dicas para minimizar o risco da viagem.

 

  •  Deixar a consulta do viajante para “a última hora”

 

Marcar uma consulta do viajante é um dos primeiros itens que deve colocar na lista de preparação da viagem. Idealmente, esta consulta deve ser feita com um mês e meio de antecedência já que “alguns dos riscos associados às viagens podem ser prevenidos por vacinação, e algumas das vacinas podem demorar cerca de 30 dias até completar o seu ciclo de administração”, explica Filipe Basto.

 

Mesmo que já não vá a tempo de marcar a sua consulta com a antecedência recomendada não deixe de o fazer. “Por muito ‘em cima da hora’ que se esteja, vale sempre a pena discutir, individualmente, os riscos específicos de cada itinerário e adquirir conhecimentos e competências que podem ser essenciais para manter a saúde e a segurança em todo o percurso”, conclui o médico.

 

  • Desvalorizar os riscos de um voo longo

 

Passar muitas horas dentro de um avião significa sujeitar o nosso corpo a um ambiente de “menor pressão atmosférica para além das limitações de espaço e mobilidade que caracterizam este meio de transporte. Relativamente às consequências provocadas pela altitude, o médico alerta para o facto de “pessoas com problemas cardíacos ou respiratórios poderem precisar de uma ajuda suplementar, nomeadamente de oxigénio”, sublinhando, mais uma vez, a importância da consulta do viajante para discutir estes casos.

 

O risco de formação de coágulos sanguíneos e a possibilidade de desenvolver tromboses venosas, em especial nos membros inferiores, também não deve ser desvalorizado, até porque é possível adotar medidas preventivas. “Calçar meias de contenção venosa ou até fazer uma profilaxia medicamentosa são armas que poderemos utilizar para reduzir o risco, particularmente em pessoas com história prévia, pessoal ou familiar de tromboses ou com um biótipo de maior risco”, informa.

 

Filipe Basto deixa ainda alguns conselhos gerais, válidos para qualquer pessoa que viaja de avião:
— Fazer exercícios com contração dos músculos das pernas durante o voo;
— Bocejar repetidamente durante a descolagem e aterragem para aliviar a pressão nos ouvidos;
— Beber muita água para evitar a desidratação;

 

  •  Esquecer-se da bolsa dos medicamentos

 

Levar uma bolsa de medicamentos para as viagens não é um pormenor sem importância. Os medicamentos necessários podem não estar disponíveis no local de destino ou ser de qualidade duvidosa. Por isso, na mala devem estar incluídos também os medicamentos pessoais — “Sempre nas caixas originais e acompanhados com uma receita que confirme a prescrição”, avisa o médico. Mais uma vez, os itens a colocar na bolsa de SOS devem ser decididos “durante a consulta do viajante, em função do destino, das condições da viagem e do perfil e condições particulares do viajante”.

 

Na generalidade, a farmácia portátil deverá conter:
— Um analgésico;
— Um antialérgico;
— Medicamentos para a diarreia;
— Eventualmente, um antibiótico, dependendo do contexto e das condições particulares da viagem;

 

  •  Descuidar cuidados básicos

 

Há regras que todos os viajantes devem cumprir, em qualquer circunstância, nomeadamente no que toca aos cuidados básicos de higiene, alimentação, e outros.

 

Não se esqueça de:
— Só consumir água engarrafada;
— Evitar alimentos crus ou mal cozinhados;
— Lavar sempre muito bem as mãos;
— Ter especial cuidado com os acidentes e evitar o contacto com os animais (“em muitos países do mundo ainda existe a doença raiva”, lembra o especialista);

 

  •  Ignorar os riscos específicos da zona de destino

 

Não basta conhecer na generalidade o país de destino, é preciso também ter em conta as condicionantes individuais e específicas de cada saída, tais como:
— O tipo de viagem;
— A atividade a desenvolver pelo viajante;
— As condições de alojamento;
— Os locais por onde se pretende passar, quer em termos de geografia, quer de clima;

 

O Vital Health deseja-lhe umas boas férias e uma viagem em segurança.

 

Consulte o artigo original, aqui.
 

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