1. Permanecer em casa e sair apenas em circunstâncias excecionais e quando estritamente necessário;
2. Evitar contacto próximo com doentes infetados;
3. Evitar o contacto próximo com pessoas que tenham estado em áreas de elevada exposição ao vírus (Itália, Espanha, Alemanha, China, entre outros);
4. Não alterar a medicação sem indicação expressa do médico especialista que o acompanha;
5. Lavar frequentemente as mãos com água e sabão durante, pelo menos, 20 segundos, ou com solução antisséptica de base alcoólica;
6. Adotar medidas de etiqueta respiratória, nomeadamente espirrar ou tossir para o antebraço ou manga, usar um lenço de papel e higienizar as mãos após o contacto com secreções respiratórias;
7. Adotar um estilo de vida o mais saudável possível, com hidratação adequada, alimentação variada, exercício e descanso;
8. Cumprir as indicações das entidades de saúde oficiais, como a Direção-Geral de Saúde (DGS), do médico de família e do médico especialista.
Ana Pedro, presidente da APED, realça que “os doentes reumáticos constituem um grupo de risco e é altamente crucial, para uma prevenção eficaz, que prestem atenção e sigam todas recomendações das autoridades de saúde. Em caso de dúvida, o doente deve sempre contactar o médico de família e/ou médico especialista que o segue, pelo telefone ou por meios eletrónicos”.
A especialista acrescenta: “A linha SNS24 deve ser utilizada apenas nos casos em que o doente apresenta sintomas de COVID-19”.
A artrite reumatoide é uma doença reumática inflamatória que se caracteriza pela dor e inchaço nas pequenas articulações das mãos e dos pés, estando associada a alterações da imunidade. A sua prevalência na população portuguesa é de 0,7%.
No entanto, em Portugal, a dor constitui a primeira causa de consulta médica, a principal causa de invalidez e de reforma antecipada por doença, o primeiro motivo de absentismo ao trabalho e é responsável por um forte impacto no consumo de recursos de saúde, além dos grandes custos sociais e económicos.
