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Gravidez: as cinco principais dores e como atenuar o seu impacto
terça-feira, 08 setembro 2020 11:45
Durante a gravidez, o corpo da mulher passa por várias alterações físicas e, consequentemente, ocorrem dores localizadas ou generalizadas, que podem persistir ao logo de toda a gestação.

 

Para assinalar o Dia Mundial da Grávida, dia 9 de setembro, a  Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) relembra as principais dores que ocorrem durante a gravidez e quais os cuidados a ter para evitar que estas continuem após o parto, como por exemplo a alteração de alguns hábitos e a prática de exercício físico.

 

Estas são as cinco dores mais comuns durante o período de gestação:

 

Dores de cabeça:
As dores de cabeça são comuns sobretudo no primeiro trimestre. Ocorrem como consequência de um aumento da produção das hormonas sexuais, da pressão arterial alta ou do aumento da tensão nervosa. Por vezes, no verão, com as temperaturas altas e excesso de luminosidades, estas podem ocorrer com mais frequência.

 

Dor na parte inferior do abdómen ou virilhas:
Estas dores são mais frequentes a partir do segundo trimestre e ocorrem quando os músculos que envolvem o útero são esticados e ganham expressão à medida que a gravidez avança. Caracterizam-se por serem dores curtas, fortes e lancinantes, mas também dores contínuas sentidas na parte inferior do abdómen ou das virilhas.

 

Dor nas costas:
Surgem na sequência do aumento da tensão nas costas. Para aliviar as dores nas costas, é aconselhável usar calçado confortável, evitar longos períodos em pé, corrigir a postura, não fazer esforços ou transportar objetos pesados.

 

Dor nas pernas e pés:
As dores nos pés surgem em consequência do aumento de peso que ocorre ao longo da gravidez. Além disso, as hormonas que surgem durante a gestação relaxam os ligamentos da zona inferior das costas e os dos joelhos, tornando-os mais vulneráveis a lesões. Pode também surgir uma sensação de formigueiro tanto nos pés, como nas mãos, mas que desaparece após o parto.

 

Dor mamária e dor uterina:
O útero é um órgão muito elástico, um músculo que dilata com a evolução da gravidez, podendo provocar desconforto. Também os seios da mulher aumentam de tamanho, tornando-os mais pesados e sensíveis.

 

“Neste Dia Mundial da Grávida é importante lembrar que as dores associadas à própria gravidez e que muitas vezes geram ansiedade e receio por parte das futuras mães, devem ser igualmente acompanhadas pelo médico para que não se prolonguem além deste período. Muitas vezes, resultante de esforços ou má postura durante a gravidez, surgem outros problemas mais complexos no futuro”, afirma a presidente da APED, Ana Pedro.

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