A Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) e a Grünenthal criaram um prémio para distinguir trabalhos originais em língua portuguesa de investigação ou de descrição de casos clínicos, em formato de poster ou em comunicação oral, no âmbito do tratamento da dor crónica. O prazo de candidatura termina a 3 de março.
Melhorar os conhecimentos dos profissionais de saúde na área da dor crónica é o objetivo de uma ação que terá lugar no Funchal no próximo dia 8 de março. Estima-se que a dor crónica afete cerca de 30 por cento da população portuguesa.
A Associação Portuguesa para o Estudo da Dor (APED) manifestou-se sobre a publicação em Diário da República, pelo Ministério da Saúde, da Tabela da Medicina da Dor, através da Portaria 163/2013. Congratula, pois, a esta medida sobre procedimentos para o tratamento da dor crónica.
A Sociedade Portuguesa de Medicina Interna (SPMI) e a Grünenthal pretendem distinguir trabalhos originais em língua portuguesa de investigação ou de descrição de casos clínicos, em formato de poster ou em comunicação oral sobre o tratamento da dor crónica em Medicina Interna.
Segundo a International Association for the Study of Pain (IASP), mais de 80% dos pacientes submetidos a cirurgia relatam dor no pós-operatório, e 30% apresentam dor crónica desta origem.
“A Dor Não Tem de Ser o Triste Fado dos Portugueses” é o nome da campanha de sensibilização lançada pela Grünenthal, com o objetivo de alertar os portugueses para o facto de a dor crónica ser, efetivamente, uma doença. A iniciativa, que decorre no âmbito do Dia Nacional da Luta contra a Dor, que este ano se assinala a 19 de outubro, vai estar presente em mais de 200 Farmácias Holon de norte a sul do país, até ao início de novembro.
A Plataforma de Impacto Social da Dor na Sociedade Portuguesa (SIP Portugal) realizou uma reunião com oito empresas de diferentes setores de atividade para apresentar medidas que pretendem promover a manutenção do trabalho ou reintegração profissional da pessoa com dor crónica, diminuindo o absentismo e presenteísmo, assim como as reformas antecipadas por incapacidade.
Os fisioterapeutas ajudam a compreender como a dor geralmente funciona: sistema de alarme integrado no corpo humano, mas que, com dor crónica, é muitas vezes acionado com demasiada facilidade.