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Iniciativas
Farmácias Holon disponibilizam o “Serviço de Primeira Dispensa” para acompanhar o doente crónico

O “Serviço de Primeira Dispensa” já está disponível nas Farmácias Holon. O programa consiste no acompanhamento da pessoa com doença crónica, ao longo das quatro primeiras semanas após o início da toma de um medicamento. É uma forma de serviço farmacêutico especializado e de proximidade aos doentes. Esta é uma medida que tenta colmatar a problemática da falta de adesão à terapêutica nas patologias crónicas, que condiciona os tratamentos e representa enormes gastos.

 

“Com este Serviço os nossos utentes têm a possibilidade de conhecer melhor os medicamentos que vão começar a tomar e esclarecer as suas dúvidas. Destina-se sobretudo à pessoa com doença crónica e que inicia a toma de um medicamento pela primeira vez. Fazemos um acompanhamento personalizado, que poderá ser presencial ou por telefone, sendo que acreditamos que vai fazer toda a diferença”, refere Maria João Mendes, da Intervenção Farmacêutica Holon.

“Este Serviço abrange duas consultas farmacêuticas: uma entre 7 a 14 dias após a pessoa iniciar o medicamento e outra entre 14 a 21 dias. Ambas as consultas demoram cerca de 20 a 30 minutos”, acrescenta.

Como principal objetivo, o “Serviço de Primeira Dispensa” visa garantir que o tratamento vai ao encontro dos resultados desejados, melhorar a adesão terapêutica, contribuir para a prevenção de efeitos adversos e de problemas relacionados com os medicamentos e aumentar o envolvimento do doente no seu processo de cuidados de saúde, apoiando-o na tomada de decisões sobre o seu tratamento e autogestão.

Esta questão é multifatorial, podendo ser identificada e resolvida mediante um acompanhamento e sensibilização por parte de profissionais de saúde devidamente habilitados, como é o caso dos farmacêuticos.

“O envelhecimento populacional e o consequente aumento do número de pessoas que tomam muitos medicamentos exige o desenvolvimento de serviços cada vez mais próximos dos cidadãos e vocacionados para a melhoria dos cuidados de saúde. O farmacêutico comunitário tem, neste caso, uma posição privilegiada no sistema de saúde para levar a cabo este tipo de ações, em prol de melhores resultados terapêuticos, contribuindo desta forma para uma melhor qualidade de vida das pessoas que acompanhamos”, conclui Maria João Mendes.

 

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