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Lançada campanha que alerta para fatores de risco de doença silenciosa que afeta 800 mil portugueses
segunda-feira, 22 outubro 2018 11:00
A Sociedade Portuguesa de Reumatologia (SPR), a Sociedade Portuguesa de Osteoporose e Doenças Ósseas Metabólicas (SPODOM) e a Associação Nacional contra a Osteoporose (APOROS) lançaram uma campanha para assinalar o Dia Mundial da Osteoporose, que se celebrou no dia 20 de outubro, com o apoio da Amgen Biofarmacêutica. O objetivo é alertar a população para os fatores de risco da patologia.

 

A osteoporose é uma doença óssea metabólica, caracterizada pela diminuição da quantidade e da qualidade do osso com consequente aumento da sua fragilidade. A patologia é assintomática até ao momento em que ocorre uma fratura após uma queda ou até mesmo sem qualquer traumatismo.

 

Num comunicado divulgado à comunicação social, a presidente da APOROS, Viviana Tavares, refere que “a osteoporose está na origem de 50 mil fraturas por ano, as quais têm um impacto substancial, na morbilidade e na qualidade de vida dos doentes e, que podem ter como última consequência, redução na sobrevivência”.

 

Já Luís Cunha Miranda, presidente da SPR, alerta que “em muitos casos, mesmo após uma fratura causada pela osteoporose, o doente não é encaminhado para tratamento e acompanhamento adequado, o que conduz ao risco de uma nova fratura e a complicações que podem ser fatais”. Por isso, considera ser “crucial apostar na capacitação do doente e numa comunicação mais ativa”.

 

A nível mundial, uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens, com idades acima dos 50 anos, poderão sofrer uma fratura devido à osteoporose, segundo a Fundação Internacional da Osteoporose.

 

Na população feminina, a redução na densidade óssea é particularmente comum em mulheres na pós-menopausa, devido à redução dos níveis de estrogénio. Adicionalmente, a diminuição da atividade física e as alterações nutricionais podem afetar o metabolismo de forma negativa e contribuírem para a osteoporose.

 

O risco de fraturas por fragilidade óssea em mulheres é maior do que a incidência de ataque cardíaco, AVC e cancro da mama combinados, segundo a SPODOM. Contudo, apenas um terço está a receber tratamento para a proteção óssea após uma fratura.

 

Neste sentido, a presidente da APOROS, considera que “o número global de casos tem vindo a aumentar com o envelhecimento da população”, sendo que as fraturas do colo do fémur têm registado um aumento de 4% todos os anos.

 

Mário Mascarenhas, presidente da SPODOM, alerta que “é crucial apostar na prevenção da osteoporose, tendo como objetivo a obtenção de bons níveis de massa óssea, que deve ser feita através da identificação e correção precoce dos fatores de risco modificáveis, sobretudo aqueles que se relacionam com o estilo de vida”.

 

As entidades criaram um vídeo de sensibilização que procura alertar para estes fatores de risco para os quais a população portuguesa deve estar atenta.

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