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Organizações alertam para importância do rastreio ao cancro colorretal em tempos de COVID-19
terça-feira, 07 julho 2020 12:06
A Liga Portuguesa Contra o Cancro (LPCC) e a Sociedade Portuguesa de Endoscopia Digestiva (SPED) alertam para outro combate paralelo ao da pandemia da COVID-19, nomeadamente o da luta contra o cancro colorretal, apelando ao rastreio.
 
O cancro colorretal é o segundo cancro mais frequente nas mulheres em Portugal, depois do cancro da mama, e o segundo cancro mais frequente nos homens depois do cancro da próstata, ocupando o primeiro lugar em termos de mortalidade por cancro.
 
São mais de 10 mil novos casos por ano e cerca de 11 mortes por dia. Ao contrário da pandemia da COVID-19, as entidades realçam que esta pandemia “ocorre há anos, não é temporária e tem vindo a aumentar”.
 
Em tempos de desconfinamento e da retoma progressiva da normal assistência clínica em Portugal, a SPED e a LPCC recomendam que, se tiver entre 50 e 74 anos de idade, deve proceder ao rastreio do cancro colorretal, “mesmo que se sinta bem e não tenha queixas”.
 
“Para tal, deve consultar o seu médico assistente sobre a melhor forma de o fazer, nomeadamente para o informar se na sua área de residência se encontra em execução algum programa organizado de pesquisa de sangue oculto nas fezes, seguido de colonoscopia caso o teste for positivo (método definido pelo Ministério da Saúde para Portugal e recomendado pela LPCC, pela SPED, pela Comissão Europeia e pela Sociedade Europeia de Endoscopia Digestiva)”, informam os organismos.
 
Caso esse programa organizado não exista, o rastreio não organizado pelo mesmo método ou a colonoscopia são também opções válidas.
 
A LPCC e a SPED apelam ainda às autoridades de saúde para a necessidade de “se retomar rapidamente o programa organizado com pesquisa de sangue oculto nas fezes, e que envidem também os esforços necessários para que seja alargado a mais concelhos, sempre com foco na qualidade e disponibilidade de diagnóstico e do tratamento em tempo útil”.
 
Por outro lado, continuam, se tiver perda de sangue nas fezes, dor de barriga ou alteração prolongada do habitual funcionamento intestinal, cansaço fácil ou anemia e perda de apetite ou perda de peso não intencional, deve procurar o seu médico assistente, já que pode ter indicação para realizar uma colonoscopia, principalmente se tiver mais de 50 anos de idade.
 
Se já fez alguma colonoscopia e, principalmente, se foram removidos pólipos, confirme com o seu médico assistente se não estará na altura de fazer a sua colonoscopia de seguimento, recomendam as organizações.
 
Para mais informações, consulte: www.ligacontracancro.pt

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