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Esclerose múltipla: doentes preocupados com o acesso aos medicamentos
quinta-feira, 05 dezembro 2013 11:24

artigo infographic EM 2013 f9615O tratamento adequado e o acesso aos medicamentos para a esclerose múltipla (EM) são os principais temas do X Congresso Nacional da Sociedade Portuguesa de Esclerose Múltipla (SPEM), que se realiza no dia 7 de dezembro, no Auditório da Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, como forma de comemoração do Dia Nacional da Pessoa com Esclerose Múltipla, assinalado a 4 de dezembro.


Fátima Paiva, presidente da SPEM, refere em comunicado que "existem no mercado seis medicamentos aprovados para a primeira linha de tratamento para a EM. No entanto, há cada vez mais hospitais do SNS que estão a privar um número considerável de doentes da medicação adequada, sem se atender às concretas prescrições dos médicos neurologistas assistentes. As razões apontadas são de política economicista relacionada com a aquisição do medicamento".


O mesmo comunicado faz, ainda, referência à aprovação de vários medicamentos inovadores de primeira e segunda linha para tratar a esclerose múltipla, na Europa e nos EUA. Sublinha a situação atual e indica que não se sabe quando é que os doentes portugueses poderão ter acesso a esses fármacos.


Um tratamento adequado poderá evitar a progressão da doença até ao estado de incapacidade e inatividade em que se encontram 55,6 por cento das pessoas que sofrem de EM em Portugal, a grande maioria devido a reformas compulsivas, segundo números apurados pelo estudo de empregabilidade realizado pela SPEM. A pesquisa indica também que dos indivíduos inativos, 41,5 por cento foi despedido ou reformou-se antecipadamente, 33,2 por cento desistiu por falta de capacidade para trabalhar e 15,7 por cento atingiu o limite de tempo de baixa por doença.

 

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