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Paralisia cerebral: risco é maior em maternidades com menos de 1500 e mais de 3500 nascimentos
terça-feira, 19 março 2013 12:54

artigo paralisiaA incidência de paralisia cerebral é maior nas maternidades onde são realizados menos de 1500 partos. O risco de o bebé ser afetado por esta doença, com menos de 600 casos registados em três anos, também é maior nas maternidades com mais de 3500 nascimentos, noticia o Diário de Notícias.

 

São dados do segundo relatório do Programa Nacional de Vigilância da Paralisia Cerebral aos 5 Anos de Idade. Dirigido particularmente a crianças nascidas entre 2001 e 2003, é mais uma etapa para retratar a paralisia cerebral da criança no nosso país.

 

No documento são apresentados dados como o número anual de novos casos, fatores de risco e causas. São também identificados os problemas de saúde associados à paralisia cerebral, bem como os estímulos feitos no sentido de integrar as crianças na escola e sociedade em geral. São, ainda, levantadas as necessidades de apoios no âmbito da saúde, educação e ação social.

 

No fundo, a informação recolhida e analisada pelo Programa tem como objetivo dar a conhecer as potencialidades, capacidades, problemas e dificuldades das crianças e famílias que vivem com a paralisia cerebral. A apresentação está agendada para o final da tarde do próximo dia 20 de março, na Fundação Calouste Gulbenkian.


O Programa Nacional de Vigilância Nacional da Paralisia Cerebral aos 5 Anos de Idade foi lançado através de uma parceria entre a Sociedade Portuguesa de Pediatria (através da Unidade de Vigilância Pediátrica, Secção de Neonatologia e Sociedade Portuguesa de Pediatria do Neurodesenvolvimento), em conjunto com a Federação das Associações Portuguesas de Paralisia Cerebral – FAPPC, o Centro de Reabilitação de Paralisia Cerebral Calouste Gulbenkian/Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, a Sociedade Portuguesa de Neuropediatria e da Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação (Secção de Reabilitação Pediátrica) e integra-se no programa de Vigilância da Paralisia Cerebral na Europa (SCPE – Surveillance of Cerebral Palsy in Europe).


Fonte: DN e Iupi Comunicação

 

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