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Saúde
“Já ouviste falar de AVC?”: vídeo didático sensibiliza para doença
segunda-feira, 03 abril 2017 12:27
Uma em cada seis pessoas vai ter um acidente vascular cerebral (AVC). Em Portugal, três pessoas por hora sofrem um AVC, uma das quais acaba por morrer e pelo menos metade ficará com sequelas incapacitantes. O que é o AVC, sinais de alerta, fatores de risco e medidas básicas de prevenção são as mensagens transmitidas num vídeo didático de sensibilização lançado pela Sociedade Portuguesa do Acidente Vascular Cerebral (SPAVC) para sensibilizar os mais jovens para esta doença.

 

“É muito importante que a educação para a Saúde comece desde muito cedo e faça parte do percurso escolar e familiar das crianças. Para além de atuarmos na prevenção do AVC, com a promoção de estilos de vida saudáveis e alertando para os fatores de risco daquela que continua a ser a primeira causa de morte e incapacidade em Portugal, atuamos também no reconhecimento dos sinais de alerta do AVC, pois poderão ser estas crianças e jovens a identificá-los em pais, avós ou outros familiares, tendo um papel ativo e determinante na ativação dos meios de emergência”, avança José Castro Lopes, presidente da SPAVC.

Basta o aparecimento de um dos chamados “3 Fs”: dificuldade em falar, desvio da face, falta de força num braço, para suspeitar de um AVC e ligar de imediato para o 112. Através da Via Verde AVC, os doentes poderão chegar rapidamente aos hospitais capazes de fornecer os tratamentos adequados.

O AVC pode acontecer a qualquer pessoa, em qualquer idade, em qualquer momento e envolve todos: sobreviventes, familiares, amigos, profissionais de Saúde, locais de trabalho e comunidade em geral. Responder rapidamente aos sinais de alerta pode fazer a diferença entre a recuperação e a incapacidade.

Para os doentes que sofreram um AVC, a mensagem do presidente da SPAVC é clara: “a reabilitação é um direito de todos os doentes, que deve ser exigido, e não uma esmola. A reabilitação deve começar no primeiro dia após o evento, ainda no hospital, e só deve terminar quando o doente recupera a sua autonomia”.

Assista aqui ao vídeo.

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