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Saúde
Investigadoras portuguesas têm ideia inovadora para diagnosticar a depressão
quarta-feira, 02 agosto 2017 11:53
A ideia baseia-se num kit destinado a diagnosticar a depressão através de uma análise ao sangue. Esta solução, desenvolvida por três investigadoras da Universidade do Porto, pode melhorar o diagnóstico mas também a monitorização da doença durante a terapêutica.

 

Maria Inês Almeida, Susana Santos, Inês Alencastre, Sofia Esteves e Bárbara Macedo são investigadoras do Instituto de Investigação e Inovação em Saúde da Universidade do Porto e acreditam ter descoberto um método inovador para diagnosticar a depressão.

 

“O diagnóstico da depressão é atualmente baseado em entrevistas clínicas que são subjetivas e dependem de um bom relacionamento entre médico e doente”, começa por explicar Inês Almeida, acrescentando que “os prestadores de cuidados de saúde mental sentem necessidade de utilização de métodos sensíveis e específicos para melhorar a percentagem de pacientes com depressão que recebem tratamento eficaz”.

 

Neste sentido, a equipa composta pelas cinco investigadoras portuguesas apresentou uma ideia de negócio baseada num kit destinado a diagnosticar a depressão através de uma análise ao sangue. O projeto foi selecionado para participar no programa COHiTEC, um programa destinado a jovens investigadores que pretende apoiar os participantes na avaliação do potencial comercial dos produtos que desenvolveram e induzir nos participantes competências na área do empreendedorismo e comercialização de tecnologias.

 

Sobre o novo produto, “MyRNA Depression Diagnostics”, Susana Santos adianta que se trata de em kit “para detetar e quantificar um painel específico de biomarcadores moleculares numa amostra de sangue, o que permite um diagnóstico quantitativo e uma melhor monotorização da doença”. Assim, a solução “permite aos clínicos basear a suas decisões terapêuticas num teste biológico quantificável, diminuindo a prescrição excessiva, melhorando a precisão do diagnóstico e permitindo a monitorização da doença durante a terapêutica”, conclui Inês Alencastre.

 

As investigadoras pretendem agora colocar o produto no mercado, “o mais brevemente possível”, diz Maria Inês Almeida. Leia a notícia original, aqui.

 

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