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Vacinas podem não chegar às crianças em exclusão social
terça-feira, 23 abril 2013 15:56

artigo unicef ec2d2Um milhão e meio de crianças não teriam morrido, em 2011, se tivessem sido vacinadas, diz a Unicef em comunicado, divulgado no seu site, a propósito da Semana Europeia da Vacinação. Informa também que uma em cada cinco crianças no mundo não beneficia das vacinas e aponta como razões a exclusão social ou geográfica, a falta de recursos, sistemas de saúde deficientes ou conflitos como os que decorrem atualmente a Síria.

 

A saúde dos bebés também depende da imunização, a qual é considerada um dos maiores sucessos ao nível de saúde pública pelos Centros para o Controlo e Prevenção de Doenças dos EUA. Por seu turno, a Unicef receia que a diminuição do financiamento e o enfraquecimento da vontade política venha a pôr em causa a vacinação, até porque há diferenças entre países.

 

Em 2011, apenas 152 dos 193 estados-membros da OMS possuíam linhas orçamentais relativas a esta matéria. A par com as diferenças entre países, a Unicef chama também a atenção para as diferenças socio-económicas. As crianças das famílias mais ricas, por exemplo, têm o acesso à vacinação facilitado. E este facto é transversal a todos os países.

 

Na perspetiva da Unicef, terá de haver maior vontade por parte das autoridades, sobretudo para que as crianças de famílias com maiores dificuldades financeiras não sejam lesadas e tenham o mesmo acesso que as outras.


A Unicef adquire vacinas para 36% das crianças do mundo. Em 2012, comprou perto de 1.9 mil milhões de doses de vacinas e mais de 500 milhões de seringas. Além disso, em conjunto com alguns parceiros, apoiou programas de imunização em mais de 100 países no ano passado.

 

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