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Saúde
Prevalência da obesidade infantil diminuiu, mas ainda há muito a fazer
quinta-feira, 21 dezembro 2017 11:49
A percentagem de crianças dos seis aos oito anos obesas, com excesso de peso e baixo peso diminuiu em 2016, mas a obesidade ainda afeta quase 12% destas crianças. Os dados estão disponíveis no Relatório Childhood Obesity Surveillance Initiative – Iniciativa de Vigilância da Obesidade Infantil (COSI), apresentado ontem, dia 20 de dezembro, em Lisboa.

 

Coordenado cientificamente pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), em articulação com a Direção-Geral da Saúde (DGS), o COSI produz dados comparáveis entre países da Europa e permite a monitorização da obesidade infantil a cada dois/três anos. Relativamente à última análise (2013), o estudo registou em 2016 uma diminuição nos três indicadores: obesidade, excesso de peso e baixo peso. Os resultados indicam que 30,7% tinham excesso de peso (31,6% em 2013), 11,7% eram obesas (13,9% em 2013) e 0,9% tinham baixo peso (2,7% em 2013).

 

Relativamente à distribuição destas crianças pelo território nacional, é nas regiões do Algarve, Madeira e Açores que se encontra a maior prevalência de baixo peso (1,3%), enquanto a região dos Açores é a que apresenta a maior prevalência de obesidade (17%). A investigação identificou as áreas classificadas de rurais com as que apresentam maior prevalência de excesso de peso e obesidade, já na zona semiurbana registou-se a maior prevalência de baixo peso.

 

O mesmo documento revela que as crianças portuguesas estão cada vez mais dependentes dos videojogos no dia-dia-dia: mais de 75% das crianças inquiridas passam entre uma e duas horas por dia a jogar jogos eletrónicos durante a semana, e há mesmo crianças que dedicam mais de três horas diárias a esta atividade sedentária.

 

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