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Saúde
2017 bate recorde de órgãos colhidos
terça-feira, 23 janeiro 2018 10:37
Esta segunda feira, dia 22 de janeiro, o Hospital Pulido Valente acolheu a cerimónia de apresentação dos resultados da atividade da doação e transplantação de órgãos. Os dados do relatório do Instituto Português do Sangue e Transplantação (IPST) revelam que no ano passado foram colhidos 1.011 órgãos, o maior número registado desde sempre.

 

Não restam dúvidas - em 2017 registou-se o maior número de órgãos colhidos (1.011), o que significa um aumento de 8% em relação ao ano anterior. A idade média do dador foi de 53,8, enquanto em 2016 tinha sido 55,1.

 

Mas as boas notícias não ficam por aqui. Os dados do relatório do IPST, apresentados pela coordenadora nacional da transplantação, Ana França, revelam que em 2017 se realizaram 895 transplantes, verificando-se um acréscimo de 3,5% face ao ano anterior, "tendo-se verificado o aumento da transplantação renal para valores superiores aos dos últimos cinco anos (2012-2016), o transplante pancreático volta a atingir o máximo verificado em 2014 e o maior número de transplantes pulmonares de sempre", explica. Em dador vivo registaram-se 77 doações de rins e duas de fígado.

 

Os dadores também aumentaram em 2017, atingindo os 351, mais 14 do que em 2016. Segundo os dados do ISPT, a principal causa de morte dos dadores foi clínica (80%), seguindo-se a traumática (20%). A maioria dos dadores é oriundo do Sul (137), seguido do Norte (110) e do Centro (104).

 

De acordo com o Serviço Nacional de Saúde (SNS), a transplantação de órgãos é um tratamento eficaz na poupança de vidas, sustentado quer a nível da ciência médica, quer a nível da economia da saúde, com benefícios diretos para os doentes, o que contribui para a melhoria das condições de vida em sociedade.

 

Fonte: SNS

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