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Saúde
Número de diabéticos rastreados para a retinopatia diabética aumentou 56%
terça-feira, 20 fevereiro 2018 11:24
Em 2017, foram rastreados para a retinopatia diabética, doença que causa perda visual e até mesmo cegueira, perto de 75 mil diabéticos seguidos nos 15 agrupamentos de Centro de Saúde da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo (ARSLVT). Os dados são da Administração Regional de Saúde e correspondem a um aumento de 56% face a 2016.

 

Dos 74.744 mil utentes seguidos nos agrupamentos, 7.914 utentes foram encaminhados para consultas de oftalmologia nos hospitais do Serviço Nacional de Saúde e na Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal, 3.550 dos quais devido a diagnóstico de retinopatia.

 

O presidente da ARSLVT, Luís Pisco, revela-se satisfeito com estes resultados. "Estamos no caminho certo para evitar que os diabéticos da região percam visão ou acabem por cegar, algo que iria agravar em muito a qualidade de vida já de si debilitada nestes doentes", explica.

 

Luís Pisco salienta ainda que os números obtidos nestes dois anos de rastreio demonstram "uma adesão muito positiva por parte dos diabéticos contactados, mas também um grande envolvimento dos profissionais que abraçaram esta iniciativa".

 

2017 foi o primeiro ano em que o rastreio da retinopatia diabética foi implementado em toda a região de Lisboa e Vale do Tejo. O programa de rastreio de retinopatia diabética conta com a colaboração da Associação Protetora dos Diabéticos de Portugal, que executa o programa em seis dos 15 agrupamentos de centros de saúde da ARSLVT.

 

Fonte: SNS

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