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Saúde
Fumadores devem ser informados sobre as alternativas aos cigarros convencionais, revela inquérito mundial
sexta, 19 outubro 2018 12:53

De acordo com um inquérito global recente da empresa de estudo de mercado IPSOS, 77% dos adultos defendem que os governos deveriam encorajar os fumadores que pretendem continuar a fumar a substituir completamente os cigarros por melhores alternativas. O estudo, realizado a pedido da Philip Morris International (PMI), revela ainda que fumar continua a ser considerado uma questão de Saúde Pública tão importante como a obesidade, o alcoolismo e o consumo de opioides.

 

Como principal ponto a destacar, verifica-se que este inquérito revela ser um forte apoio ao papel que a inovação e a tecnologia devem desempenhar na resolução destes problemas globais.

“O inquérito evidencia que a maioria das pessoas concorda que fumar continua a ser um sério problema de Saúde Pública e que devem ser tomadas medidas no sentido de aproveitar a oportunidade oferecida por alternativas cientificamente comprovadas como sendo melhores que os cigarros. Estamos plenamente de acordo. A opinião pública confirma por via dos resultados deste inquérito o que as pessoas nos vêm transmitindo há mais de uma década”, afirma Moira Gilchrist, vice-presidente para a Comunicação Científica Externa da PMI.

Os resultados demonstraram também que 86% dos entrevistados consideram que as empresas de produtos de consumo têm a obrigação de investigar e inovar continuamente os seus produtos, com o objetivo de contribuir para melhorias em Saúde Pública. No entanto, apenas 35% concorda que os governos fizeram um bom trabalho no sentido de promover o acesso dos consumidores às mais recentes inovações e avanços.

“A ciência é clara. A evidência demonstra que mudar para um produto sem fumo é uma opção melhor do que continuar a fumar. Não podemos, pura e simplesmente, permitir que os fumadores continuem a não ter acesso a estas informações”, acrescenta a especialista.

 

Resultados apresentados na sequência da 8.ª Conferência das Partes da Convenção-Quadro para o Controlo do Tabaco da Organização Mundial de Saúde

Os resultados deste estudo foram apresentados na sequência da 8.ª Conferência das Partes (CoP8) da Convenção-Quadro para o Controlo do Tabaco (CQCT) da Organização Mundial de Saúde (OMS), que teve lugar em Genebra, na primeira semana deste mês. Aqui, 181 países-membros e organizações não-governamentais reuniram-se para adotar recomendações sobre a política global de controlo do consumo de tabaco.

Nenhuma das discussões foi aberta ao público ou a meios de comunicação social, o que pressupões que os milhões de fumadores em todo o mundo não consigam ter acesso a informação sobre alternativas aos cigarros.

Esta abordagem contrasta com aquilo que parecer ser o sentimento dominante da opinião pública: 92% dos inquiridos considera que os fumadores devem ter acesso a informação rigorosa para poderem fazer escolhas bem informadas.

Apesar das orientações da CoP8, os países têm a opção de implementar quadros legislativos e regulamentares nacionais baseados na Ciência e na Tecnologia. A adoção de políticas com base na Ciência e na redução de riscos pode conduzir a ganhos para a saúde geral da população, contribuindo em paralelo para a defesa dos interesses dos fumadores.

“Quando estão em causa outros problemas globais, do ambiente à obesidade, todos trabalham em conjunto para oferecer melhores alternativas, informar as pessoas acerca delas e incentivá-las a alterar comportamentos. Por que motivo não se aplica esta abordagem de senso comum ao tabaco?”, questiona Moira Gilchrist.

Face a estes resultados, a PMI assegura ser necessário informar os fumadores das opções não-combustíveis melhores do que os cigarros.

 

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