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Saúde
Aumento da natalidade e mortalidade infantil no 1.º ano de vida no país em 2018: conheça os números
quarta, 23 janeiro 2019 11:54
A taxa de mortalidade infantil aumentou no ano passado. Em 2018, o número de mortes de crianças até um ano de idade por cada mil nados-vivos subiu para 3,28 quando, no ano anterior, tinha sido de 2,69, o valor mais baixo dos últimos anos. Foram mais 60 mortes do que em 2017, quando morreram 229 crianças no primeiro ano de vida. No entanto, também nasceram mais crianças: mais 674 do que em 2017.

 

O “número de mortes infantis em 2018 (dados provisórios) não se reflete de forma relevante na taxa de mortalidade infantil uma vez que também se verificaram mais nados-vivos”, enfatiza, porém, Graça Freitas, diretora-geral da Saúde, em comunicado, lembrando ainda que o valor do ano passado é “similar ao verificado em 2016”.

 

Acrescentando, ainda, que desde 1965 se tem verificado "uma diminuição acentuada" neste indicador, Graça Freitas recorda que a taxa de mortalidade infantil estabilizou, desde 2013, “nos três óbitos por mil nados-vivos”. Acentua igualmente que, em 2016, morreram 282 crianças no primeiro ano de vida.

 

As causas possíveis destas mortes ainda estão a ser avaliadas. "Sabemos que o aumento da idade média da maternidade e o maior recurso a tratamentos de fertilidade podem ter algum impacto negativo na mortalidade infantil”, afirma o bastonário da Ordem dos Médicos (OM), Miguel Guimarães.

 

Nasceram cerca de 87 mil crianças


De acordo com o Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, coordenado pelo Instituto Nacional de Saúde Doutor Ricardo Jorge (INSA), 86.827 recém-nascidos, mais 674 do que em 2017, ano em que foram realizados 86.180 testes, segundo os dados dos testes de rastreio do Programa Nacional de Diagnóstico Precoce, mais conhecido como "teste do pezinho".

 

Trata-se de um aumento ligeiro, mas nos últimos cinco anos apenas em 2016 foram estudados mais bebés (87.577), de acordo com os dados.

 

Em 2017, foram estudados 86.180 recém-nascidos, menos 1.397 do que em 2016, uma diminuição que ocorreu após três anos consecutivos de aumento de nascimentos, segundo os "testes do pezinho" então realizados.

 

Fonte: Público /SNS

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