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Saúde
ADERMAP faz balanço positivo do 1.º ano de atividade
sexta-feira, 27 setembro 2019 11:00
Ao fim do 1.º ano de atividade (setembro 2018 – agosto 2019) da Associação Dermatite Atópica Portugal (ADERMAP), acreditamos que o balanço foi muito positivo, de acordo com a presidente Joana Lopes Camilo. “Reunimos e envolvemos os nossos associados nas atividades da associação, para além de estarmos em contacto com muitas outras pessoas e famílias. Estamos a acompanhar e a apoiar de forma próxima vários casos, e reencaminhámos diferentes situações para médicos especialistas e outros profissionais de saúde, com os quais estamos em contacto desde os primeiros passos”, enuncia. 
 
Uma das questões chave para o sucesso do tratamento da dermatite atópica é a utilização regular e adequada de cremes hidratantes, emolientes e produtos de higiene pessoal específicos. Estes produtos são vitais para o controlo da doença, mas podem ser muito onerosos e ter um impacto muito grande no orçamento familiar, pois não têm qualquer nível de comparticipação.
 
Ao longo do primeiro ano, a ADERMAP mapeou boas práticas noutras organizações e começou a dar os primeiros passos para estabelecer mecanismos que ajudem a aliviar o peso socioeconómico da doença nas famílias. “Iniciámos ainda a colaboração com várias entidades, hoje nossos parceiros (formais e informais), tanto ao nível científico e académico, com ordens profissionais e entidades estatais, empresas do setor da saúde e de outros setores, e estamos a articular-nos com outras organizações da sociedade civil”, prossegue.
 
A ADERMAP torna-se a primeira organização portuguesa a integrar a Global Skin - International Alliance of Dermatology Patient Organizations. Neste seguimento, esperamos integrar a Federação Europeia de Associações de doentes com alergias e doenças respiratórias (EFA). É também uma das organizações signatárias da “Carta para a Participação Pública em Saúde”, aprovada no dia 9 de setembro como Lei.
 
“Estamos envolvidos na Convenção Nacional de Saúde (CNS) que congrega mais de 70 organizações da sociedade civil, entre muitos outros atores nacionais na área da saúde. Participámos em várias ações de capacitação da estrutura executiva da associação (toda composta por voluntários) e, a este nível, colaborámos nomeadamente com o Infarmed no âmbito do seu projeto INCLUIR ao nível da capacitação das Associações de Doentes na avaliação das tecnologias da Saúde”, de acordo com a presidente da ADERMAP.
 
Várias foram ainda as ações (co)promovidas do ponto de vista de aumento da visibilidade e sensibilização sobre a doença e sobre o seu impacto, nomeadamente junto dos media, do público em geral, e dos decisores políticos.
 
“Do ponto de vista técnico e científico, participámos em eventos científicos de forma a melhor acompanharmos os desenvolvimentos na investigação e tratamento desta doença, e estamos envolvidos em estudos sobre o impacto da doença”, conclui Joana Camilo Lopes, acrescentando “Foi um primeiro ano intenso, mas temos ainda um longo percurso a fazer, sendo que continuaremos cada vez com mais entusiasmados nesta missão”.

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