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Saúde
Estudo revela que agrião e brócolos auxiliam na prevenção e tratamento do cancro colorretal
sexta-feira, 18 outubro 2019 12:09
O estudo levado a cabo pelas investigadoras Teresa Serra, do Instituto de Biologia Experimental e Tecnológica (iBET), e por Cristina Albuquerque, do Instituto Português de Oncologia (IPO), comprovou que extratos de agrião, brócolos e outros vegetais crucíferos têm potencial anticancerígeno. O extrato de agrião, em particular, é capaz de dizimar as células estaminais cancerígenas responsáveis pelo aparecimento, reincidência e resistência do cancro à quimioterapia. A investigação foi possível através do uso de células de cancro colorretal cultivadas num sistema 3D, tendo o mesmo comportamento de tumores in vivo.
 
“Este projeto, para além de ajudar a compreender o efeito de compostos naturais derivados de vegetais crucíferos na prevenção e tratamento do cancro colorretal, fornece-nos informações importantes para o desenho de intervenções nutricionais direcionadas para a terapia do cancro colorretal”, afirma Teresa Serra, investigadora da área de Food and Health Division do iBET.
 
No entanto, os resultados do estudo não estão diretamente relacionados com a quantidade de brócolos ou de agriões consumidos, na medida em que os resultados da investigação derivam da utilização de extratos vegetais concentrados em células cancerígenas. deste modo, é ainda necessário desenvolver outros estudos, alertam as investigadoras.
 
O cancro colorretal mata cerca de quatro mil portugueses anualmente, sendo o 3.º cancro mais comum no país, depois do cancro da mama e da próstata. Esta doença tem maior incidência em homens com idade superior a 50 anos. Ainda assim, dados apontam para um aumento do seu desenvolvimento na faixa etária dos 20 aos 40 anos.
 

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