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Saúde
Hospital Amato Lusitano realiza primeiro implante pela prevenção da morte súbita
sexta-feira, 24 janeiro 2020 11:17
O Serviço de Cardiologia do Hospital Amato Lusitano (HAL), integrado na Unidade Local de Saúde de Castelo Branco, implantou pela primeira vez no passado dia 22 de janeiro um Cardioversor-Desfibrilhador Implantável (CDI) subcutâneo num utente, para a prevenção da morte súbita.
 
“Trata-se de um CDI subcutâneo, diferente dos restantes, uma vez que não é aqui necessário acesso vascular e ao nível de complicações infeciosas o risco é menor”, esclareceu o diretor do Serviço de Cardiologia do Hospital Amato Lusitano, Francisco Paisana, em declarações à agência Lusa.
 
O cardiologista realçou que esta foi a primeira vez que o procedimento foi feito no Hospital de Castelo Branco, tendo como objetivo prevenir a morte súbita em pacientes em que o prognóstico indica que poderão sofrer dessa doença. O doente foi identificado pelo serviço de Cardiologia do HAL, onde existe uma consulta que conta com um eletrofisiologista de Coimbra, que se dedica ao estudo destas “arritmias elétricas”.
 
“Se houver mais doentes com indicação para esta tecnologia, passamos a dispor de know-how para o fazer. Até porque estes doentes são seguidos no nosso centro, nós já conhecemos a sua patologia e podemos atuar da melhor forma possível”, sublinhou.
 
Até agora, no caso de ser necessário implantar um CDI, o doente teria que se deslocar aos hospitais centrais de Lisboa, Porto ou de Coimbra, sendo posteriormente acompanhado pelo serviço de Cardiologia do Hospital de Castelo Branco. Francisco Paisana sublinha que a intervenção se trata de “uma importante política de proximidade do Serviço de Cardiologia que também utiliza as técnicas mais avançadas, mesmo estando no interior do país”, concluiu.
 

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