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Saúde
Apenas metade das pessoas no mundo está satisfeita com o seu sono
sexta-feira, 13 março 2020 12:44
A satisfação global com o sono continua baixa, com preocupações/stress, relacionamentos e o uso de telemóvel referidos como principais inibidores do sono. São estes os dados apresentados pela Royal Philips, empresa de tecnologia da saúde, quantos aos resultados do seu 5.º estudo anual de sono.
 
O relatório "Wake Up Call": Global Sleep Satisfaction Trends (Tendências Globais de Satisfação do Sono)" contou com a participação de mais de 13 mil adultos em 13 países, no sentido de recolher atitudes, perceções e comportamentos relacionados com o sono. Os resultados demonstram que apenas 49% das pessoas estão satisfeitas com o seu sono, sendo a preocupação/stress relatada como o fator mais limitador para uma boa noite de sono (33%).
 
Ainda assim, em 2020, um reduzido número de pessoas está a tomar medidas para melhorar o sono em comparação com 2019, já que todas as estratégias apontadas para melhorar o sono mostram resultados mais baixos ou consistentes, comparativamente com os resultados de 2019. Por exemplo, a leitura antes de dormir foi a estratégia mais popular para melhorar o sono em 2019 (39%), mas apenas 28% das pessoas referem a leitura em 2020. Existem ainda diferenças no comportamento relacionado com o sono, devido às diferenças de idade e género.
 
“A diminuição do número de pessoas que tomam medidas para melhorar o sono é alarmante, especialmente quando é evidente que as pessoas em todo o mundo valorizam profundamente o sono. O deficit de sono afeta as pessoas tanto mental quanto fisicamente, por isso precisamos de educar as pessoas acerca dos recursos disponíveis de sono e capacitá-las com a confiança de que seus esforços valerão a pena”, sublinha Mark Aloia, especialista em Mudança de Comportamento, Sono e Cuidados Respiratórios da Philips.
 
Os fatores que colocam em risco o sono de qualidade decorrem tanto de distrações sociais, quanto de distrações tecnológicas. Quando se trata de relacionamentos, 36% das pessoas com um parceiro referem que às vezes dormem separados para melhorar o sono, e 30% referem que a dificuldade de dormir do parceiro está a afetar o seu relacionamento. Apesar das recomendações dos especialistas para que não o façam, quase quatro em cada 10 pessoas admitem usar o telefone mesmo antes de adormecer (39%), ou assim que acordam (39%).
 
Ainda que os fatores externos possam ser alterados para melhorar o sono, algumas condições de sono não podem ser controladas. Este ano, os entrevistados relatam taxas mais baixas de insónia, ronco, distúrbio do trabalho por turnos e dor crónica, mas a apneia do sono permanece consistente (10% em 2019 e 9% em 2020).
 
Dos que relataram ter apneia do sono, 51% disseram que a sua apneia do sono está a ter impacto nos seus relacionamentos. No entanto, 48% das pessoas com apneia do sono adiantaram que ter um bom sono era algo que fugia do seu controlo, apesar de existirem várias soluções para o problema.
 
Pela positiva, 60% das pessoas estão interessadas em receberem novas informações ou estratégias que as ajudem a dormir melhor. Ver televisão continua a ser a estratégia mais comum que usam para melhorar o sono (2019: 37% vs. 2020: 33%), e novos dados mostram que 15% tentaram usar ou usam atualmente marijuana ou óleo de CDB para melhorar o sono.
 
Para obter mais informações sobre os estudos deste ano ou dos últimos anos visite Philips.com/WorldSleepDay.
 

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