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Portugueses esperam mais de um ano pela comparticipação de fármacos inovadores
segunda-feira, 01 julho 2013 11:02

artigo APIFARMA1 L 8c156Em Portugal, os doentes têm de aguardar mais de um ano para terem acesso, com comparticipação, aos medicamentos inovadores cuja introdução no mercado já foi aprovada. Esta é uma conclusão do estudo "Patient W.A.I.T. Indicator, 2012", elaborado pela Federação Europeia das Associações da Indústria Farmacêutica (EFPIA).

 

 


A pesquisa, que foi apresentada durante a conferência da Apifarma sobre "O Valor da Inovação", mostra também que entre 2011 e o primeiro semestre de 2012 os doentes portugueses tinham de aguardar 498 dias para terem acesso à comparticipação de um medicamento inovador autorizado em Portugal.


Entre 2011 e 2012, o período de espera dos doentes portugueses cresceu 86 dias, uma tendência que se assinala desde 2005, quando a diferença temporal entre a aprovação de introdução no mercado de um medicamento inovador e a decisão da sua comparticipação para disponibilização aos doentes portugueses era de 220 dias.


O estudo abrange os medicamentos de novas substâncias ativas autorizadas pela primeira vez no mercado europeu por via centralizada (medicamentos inovadores cuja a avaliação está a cargo da Agência Europeia do Medicamento) e avaliou 169 medicamentos e 15 vacinas.


A EFPIA assinalou no estudo a diferença entre os países do sul e do norte da Europa, caracterizando-se os primeiros por tempos de espera superiores, e salientou que, apesar da necessidade de encontrarem mecanismos de sustentabilidade para os sistemas de saúde europeus, o debate na área do medicamento está demasiado centrado no seu custo, ao invés de na sua eficiência e valor.

 

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