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Plataforma de Atualização Diária

terça-feira, 17 janeiro 2017 11:59

Doença coronária: um problema grave em Portugal

Em Portugal, morrem anualmente mais de oito mil doentes por enfarte do miocárdio. Estima-se que em 2020 as doenças cardiovasculares sejam a principal causa de incapacidade e mortalidade no mundo.

 

A doença coronária é causada pelo acumular de colesterol e de outras substâncias nas paredes das artérias, criando uma placa. Esta é a causa principal para o entupimento das artérias, uma condição debilitante e que pode por em risco a vida.

À medida que a placa endurece nas paredes dos vasos sanguíneos, vai impedindo que o sangue flua corretamente pelo corpo, potenciando a formação de coágulos sanguíneos que bloqueiem totalmente pequenos vasos. Quanto mais vasos bloqueados existirem, maior dificuldade terá o coração em trabalhar, aumentando assim a pressão arterial e danificando órgãos vitais, como o coração, cérebro, rins e olhos. Como resultado, podem ocorrer ataques cardíacos, insuficiência cardíaca, acidente vascular cerebral, insuficiência renal e problemas de visão.

Tradicionalmente, o tratamento da doença coronária é feito através de um procedimento invasivo por cateterismo cardíaco com intervenção, designado por angioplastia coronária. Este procedimento, passa pela desobstrução da artéria com colocação de uma prótese metálica com fármaco, definitiva, e que vai restabelecer a passagem de sangue arterial para o músculo cardíaco que estava em isquémia, ou falência, impedindo o enfarte do miocárdio. Estas próteses são definitivas, e no caso de múltiplas lesões, são colocados múltiplos stents permanecendo a artéria enjaulada, sem os seus movimentos naturais e impossibilitando a cirurgia cardíaca a longo prazo.

Recentemente surgiu uma nova abordagem no tratamento da doença coronária, o Magmaris, desenvolvido pela Biotronik, que consiste num stent que, ao contrário das outras próteses que permanecem definitivamente dentro da artéria, tem a capacidade de se dissolver naturalmente no organismo deixando, ao fim de dois anos, a artéria nativa, como se não tivesse ocorrido nenhuma lesão anteriormente. Este novo dispositivo permite assim a recuperação dos movimentos naturais de dilatação e contração, possibilitando uma “regeneração” da artéria. 

Publicado em Saúde
O cancro oral é o sexto cancro mais comum em todo o mundo, sendo mais frequente nos homens com idade superior a 45 anos. No âmbito do Dia Mundial da Voz, que se assinala no próximo domingo, 16 de abril, o Instituto de Implantologia alerta a população portuguesa para esta doença oncológica que regista no nosso país, todos os anos, 1.500 novos casos.

 

Publicado em Saúde
quarta-feira, 15 novembro 2017 11:11

Sistema de Saúde português acima da média da OCDE

De acordo com o estudo anual Health at a Glance 2017, divulgado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), Portugal apresenta, em praticamente todos os capítulos, resultados positivos, ou seja, surge numa posição acima da média da OCDE ou com valores próximos.

 

Publicado em Saúde

A esquizofrenia afeta, em Portugal, cerca de 48 mil pessoas e os custos globais com estes doentes ascendem a 436,3 milhões de euros. A conclusão é do estudo desenvolvido por investigadores do Centro de Estudos de Medicina Baseada na Evidência (CEMBRE) da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (FMUL) e do Centro de Estudos Aplicado (CEA) da Católica Lisbon School of Bussiness and Economics, com dados referentes a 2015.

 

Publicado em Saúde
O cardiopneumologista João Pereira considera que o recurso à tecnologia e à telesaúde tem inúmeras vantagens, quer para os doentes, que são assistidos sem necessidade de se deslocarem, quer para os hospitais, ao permitir “reduzir as listas de espera de seis meses para uma semana.” Em entrevista ao Vital Health, o cardiopneumologista mostrou-se muito satisfeito com a telesaúde em Portugal: “aquilo de que tenho conhecimento, à exceção da Dinamarca e do Reino Unido, Portugal é o país da Europa que tem dado mais passos nesse sentido", afirma.

 

Publicado em Entrevistas
quinta-feira, 25 janeiro 2018 12:25

HPV e o CCU na Europa e em Portugal

O Vírus do Papiloma Humano (HPV) é a infeção de transmissão sexual mais frequente e está associada a lesões benignas (verrugas anogenitais, condilomas acuminados e lesões da orofaringe), mas também a lesões pré-invasivas e, mais raramente, a cancro. A sua transmissão faz-se fundamentalmente por via sexual, através do contacto epitelial direto (genital-genital, oral-genital, genital-anal ou pele-pele) e, embora mais raro, por via vertical, durante o parto.
 
Publicado em Opinião

Em 2017 Portugal registou pontuação máxima nos indicadores do acesso informático do processo clínico do doente e da percentagem de doentes com diabetes diagnosticados e controlados. No ano passado, o país situava-se na 14.ª posição, de entre uma avaliação de 35 países, mantendo o lugar de 2016, de acordo com o Euro Health COnsumer Index (EHCI), uma classificação anual dos sistemas de saúde nacionais da Europa, com base nos resultados de um conjunto de indicadores.

 

Publicado em Saúde
De acordo com um estudo publicado ontem, dia 31 janeiro, a taxa de sobrevivência ao cancro está a aumentar no mundo, estando o sucesso do tratamento relacionado com o nível de vida dos países. A investigação, com dados referentes ao período 2000-2014, analisou a taxa de sobrevivência em Portugal, que ficou entre os melhores.

 

Publicado em Saúde
A morte súbita é uma das principais causas de morte no mundo, mas qual o ponto de situação no país? Em entrevista ao Vital Health, Miguel Ventura afirma que, à semelhança da maioria dos países, existe uma grande percentagem de pessoas que morre devido a esta patologia em Portugal. Mas, o cardiologista eletrofisiologista considera que esta situação pode ser alterada, ao se “melhorar o tempo/paragem/choque” e utilizando as “novas tecnologias, como os drones, que “poderão, no futuro, ajudar a melhorar estes tempos de assistência”.

 

Publicado em Entrevistas
Divulgado esta terça-feira, 20 de fevereiro, o índice do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), que analisa a mortalidade neonatal em 2016, coloca Portugal na 168.ª posição. Com este lugar, o país fica na 17.ª melhor colocação, com uma morte por cada 476 nascimentos.

 

Publicado em Saúde
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