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artigo teresa rodrigues b47aeEm Portugal, após a Lei n.º 16/2007, a interrupção voluntária de gravidez (IVG) por opção da mulher, sem a necessidade de invocar um dos motivos anteriormente previstos na lei (doença grave do feto, risco para a saúde da mãe ou violação), passou a ser uma realidade legal, regulamentada, com procedimentos administrativos e condições técnicas e logísticas bem definidas. Passou assim a ser permitida a realização de IVG em estabelecimentos de saúde oficiais ou oficialmente reconhecidos.

 

Publicado em Opinião
O número de interrupções da gravidez (IG) voltou a diminuir no ano passado. No total foram realizadas 15.959 interrupções, menos 69 que em 2015, de acordo com os dados divulgados pela Direção-Geral da Saúde (DGS). As interrupções por opção da mulher nas primeiras dez semanas constituem cerca de 96,6 % dos casos, sendo que quase metade destas mulheres já tinha um ou dois filhos.

 

Publicado em Saúde

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