A FDA, agência norte-americana de produtos alimentares e de medicamentos, anunciou a aprovação de uma vacina "rápida" contra a gripe, ou seja, poderá ser produzida num período mais curto que as atuais. Esta medida surgiu na sequência da epidemia de gripe em Nova Iorque, com o objetivo de evitar o eventual aparecimento de uma pandemia como a que ocorreu com o H1N1 em 2009.
A febre, a tosse e as dores musculares e articulares são alguns dos sintomas da gripe, facilmente confundida com a constipação. Aparece especialmente na época mais fria do ano e afeta mais as pessoas com sistema imunológico débil, como as crianças, as grávidas ou os idosos. É possível adotar algumas medidas preventivas, porém a vacinação é a proteção mais eficaz contra a gripe.
A vacina de nova geração contra o papilomavírus humano (HPV) incluída desde o início deste ano no Programa Nacional de Vacinação (PNV), para as raparigas de 10 anos de idade, representa um avanço médico significativo para a Saúde pública em Portugal.
Os dados da segunda vaga do relatório Vacinómetro, que monitoriza a vacinação contra a gripe em grupos prioritários, na época gripal 2019/2020, revelam que, desde o dia 15 de outubro, já se terão vacinado contra a gripe sazonal 1.187.042 portugueses com 65 ou mais anos. A estes juntam-se 179.889 cidadãos com idades entre os 60 e os 64 anos, também eles vacinados contra esta doença.